26 de junho de 2024

Os veículos históricos fazem parte do património cultural imaterial, simbolizando a evolução histórica da mobilidade da sociedade portuguesa, sendo um fator representativo da liberdade de circulação conferido a todos os cidadãos. A realização de atividades do ACP no Velódromo Rainha D. Amélia constituirá, assim, uma forma de valorização, dinamização e atração de novos visitantes ao MNSR.
Em 1894, quando a bicicleta se transformava num fenómeno social urbano, D. Carlos – sócio honorário do Automóvel Club de Portugal – autorizou o Real Velo Clube a construir nos quintais do seu Paço, hoje Museu Nacional Soares dos Reis, uma pista para velocipedistas.
Inaugurado nesse mesmo ano, a 29 junho, o Velódromo, de que ainda restam significativos vestígios, veio responder ao crescente entusiasmo que a elite do Porto dos finais do século XIX sentia pela bicicleta. A designação do velódromo resulta do nome da esposa do rei D. Carlos I: a rainha Dona Amélia.
